Política Financeira e Económica
O Movimento Social Nacionalista tem como grande convicção o Socialismo, não no sentido Marxista de teoria puramente económica, mas como prioridade dos interesses e bem comuns da comunidade em relação aos particulares/individuais. A economia deve sempre respeitar este princípio e estar subordinada à política, pois a soberania é essencial num Estado Nacionalista.
Logo não vemos a Economia como um fim, mas como meio da Comunidade atingir bem-estar económico e auto-suficiência. Por isso propomos:
– Enquanto a emissão da moeda adoptada por Portugal for efectuada por entidade estrangeira, o país nunca será independente e estará dependente da banca internacional.
– Renacionalização de sectores essenciais como energia, água, transportes (TAP), evitando privatizações prejudiciais.
– Portugal, passada que foi a gesta gloriosa de conquista e descobrimento dos Séculos XV e XVI manterá, no entanto, uma relação especial com os países que civilizou no passado e construirá a ponte que permitirá o estabelecimento de relações amigáveis e de colaboração entre esses países e a Aliança Europeia.
– Redução de taxas sobre o pequeno comércio e aplicação de sobretaxas aos grandes grupos comerciais.
– Imediata abolição do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).
– Revisão da autoridade da concorrência, garantindo papel activo regulador frente a monopólios.
– Proteção do direito à pequena e média propriedade privada, acompanhada do princípio de responsabilidade social.
– Luta contra usura e especulação, garantindo ganhos apenas através de trabalho honesto.
– Proteção do cidadão em doença, desemprego e velhice, evitando abandono à sorte.
– Manutenção de reservas de ouro no tesouro nacional equivalentes a 20% do total em depósito.
Este conjunto de medidas visa assegurar a independência económica e o bem comum da comunidade, alinhando a política financeira à soberania nacional e aos interesses do povo.